AS DEBUTANTES | PERFIL

Laíse gosta da tradição da cultura gaúcha e gosta de cultivá-la com suas apresentações

Paixão pela dança e livros

move estudante

Laíse participa de grupo tradicionalista gaúcho, apresenta-se pelo Estado e lê muitos livros anualmente

Laíse Cristina Adolfo, de 15 anos, ama os livros e a dança tradicionalista gaúcha. Ela diz que costuma ler 20 livros por ano e sua série favorita é a do Harry Potter. Mas a estudante é uma leitora eclética e diz que já leu livros também sobre a heroína Anita Garibaldi, além de outros temas.

Ela mora em Coronel Freitas, cidade a 26 quilômetros de Chapecó, no Oeste, e a 582 quilômetros da capital Florianópolis. A jovem apresenta-se em competições de rodeios, festivais, jantares e desfiles. Nessas ocasiões, também declama poesias.

Com o seu grupo de dança, já participou de eventos na cidade onde vive e em outros municípios da região: Chapecó, Pinhalzinho e Xanxerê. Ela conta que passou a gostar deste tipo de dança ainda na infância, incentivada pelo pai, o industriário Elizeu Adolfo. “Meu pai me levava a Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) e com o tempo passei a gostar”, diz. Antes de mudar o estilo, ela fazia dança de salão.

Laíse considera a tradição gaúcha uma cultura bonita e gosta de cultivá-la. O seu grupo, formado por 17 integrantes, ensaia uma vez por semana para as competições e apresentações.

Escola e futebol

A jovem frequenta o 9º ano do ensino fundamental na Escola Básica Professora Délia Régis, onde está desde a 5ª série. As disciplinas que ela mais gosta são Química e Física. Laíse também curte as aulas de Educação Física por causa dos esportes, principalmente futebol e handebol e as aulas de Sociologia e História por causa de uma de suas professoras preferidas, Marilita Claudia Bertollo.

Laíse mora com o pai e o irmão mais velho, Suriel, de 16 anos. Com eles, a adolescente costuma assistir a partidas de futebol nos fins de semana. Ela tem três times que considera do coração: Internacional, de Porto Alegre; Chapecoense e Real Madrid. “Tenho camisetas de cada um dos times”, orgulha-se.

A estudante tem outros dois irmãos: Gustavo, de 7 anos e Antony, de 6, que moram com a mãe, Marines Mendonça. Os pais são separados. Laíse afirma que tem uma relação saudável com os pais e considera-se a melhor amiga da mãe. Apesar de morarem em casas separadas, elas conversam com frequência e a mãe é sua confidente.

Tratamento

Laíse e os familiares enfrentaram momentos delicados quando, aos 12 anos, descobriram que ela tinha câncer de ovário. Ela fez tratamento durante dois anos no Hospital Infantil Joana de Gusmão  e no Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), ambos em Florianópolis.

Foi neste período que conheceu Iasmin Vitória Zuanazzi, que também fez tratamento contra o câncer. As duas ficaram ao mesmo tempo em várias ocasiões na Casa de Apoio Vovó Gertrudes.

A Casa foi construída e é administrada pela Associação de Voluntários de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente (AVOS). “É nesta casa que as crianças e adolescentes ficam quando fazem consultas, exames, rádio e quimioterapia. Oferecemos hospedagem e alimentação sem custo às famílias”, explica a administradora da Casa, Regina Tellini.

Amizade

Laíse e Iasmin moram em cidades próximas no Oeste catarinense e Laíse já visitou a nova amiga. As duas também conversam com frequência pelo telefone. A festa de aniversário delas juntas é para comemorar a amizade e celebrar a vida. Em comum, elas têm a paixão pelos livros e maquiagem.

Tranquila, Laíse comemora que a fase difícil passou e já superou os problemas de saúde. Atualmente, está em manutenção e segue seus planos normalmente.

A escolha da carreira

A profissão,  por exemplo, foi definida por ela. Laíse quer fazer faculdade de Engenharia Química em Florianópolis e depois trabalhar em plataformas de petróleo. Ao mesmo tempo, sonha viajar pelo Brasil, começando pelo Norte do país. O caminho dela para o futuro de realizações está determinado.

1 Comentário

  1. Franciane Toniazzo

    Linda, batalhadora, guerreira! Tu és linda de corpo e alma, parabéns pela festa linda, vc merece. Que Deus te abençoe ! Bjos

    Responder

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Laíse gosta da tradição da cultura gaúcha e gosta de cultivá-la com suas apresentações

Paixão pela dança e livros

move estudante

Paixão pela dança e

livros move estudante

Laíse participa de grupo tradicionalista gaúcho, apresenta-se pelo Estado e lê muitos livros anualmente

Laíse Cristina Adolfo, de 15 anos, ama os livros e a dança tradicionalista gaúcha. Ela diz que costuma ler 20 livros por ano e sua série favorita é a do Harry Potter. Mas a estudante é uma leitora eclética e diz que já leu livros também sobre a heroína Anita Garibaldi, além de outros temas.

Ela mora em Coronel Freitas, cidade a 26 quilômetros de Chapecó, no Oeste, e a 582 quilômetros da capital Florianópolis. A jovem apresenta-se em competições de rodeios, festivais, jantares e desfiles. Nessas ocasiões, também declama poesias.

Com o seu grupo de dança, já participou de eventos na cidade onde vive e em outros municípios da região: Chapecó, Pinhalzinho e Xanxerê. Ela conta que passou a gostar deste tipo de dança ainda na infância, incentivada pelo pai, o industriário Elizeu Adolfo. “Meu pai me levava a Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) e com o tempo passei a gostar”, diz. Antes de mudar o estilo, ela fazia dança de salão.

Laíse considera a tradição gaúcha uma cultura bonita e gosta de cultivá-la. O seu grupo, formado por 17 integrantes, ensaia uma vez por semana para as competições e apresentações.

Laíse Cristina Adolfo, de 15 anos, ama os livros e a dança tradicionalista gaúcha. Ela diz que costuma ler 20 livros por ano e sua série favorita é a do Harry Potter. Mas a estudante é uma leitora eclética e diz que já leu livros também sobre a heroína Anita Garibaldi, além de outros temas.

Ela mora em Coronel Freitas, cidade a 26 quilômetros de Chapecó, no Oeste, e a 582 quilômetros da capital Florianópolis. A jovem apresenta-se em competições de rodeios, festivais, jantares e desfiles. Nessas ocasiões, também declama poesias.

Com o seu grupo de dança, já participou de eventos na cidade onde vive e em outros municípios da região: Chapecó, Pinhalzinho e Xanxerê. Ela conta que passou a gostar deste tipo de dança ainda na infância, incentivada pelo pai, o industriário Elizeu Adolfo. “Meu pai me levava a Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) e com o tempo passei a gostar”, diz. Antes de mudar o estilo, ela fazia dança de salão.

Laíse considera a tradição gaúcha uma cultura bonita e gosta de cultivá-la. O seu grupo, formado por 17 integrantes, ensaia uma vez por semana para as competições e apresentações.

Escola e futebol

A jovem frequenta o 9º ano do ensino fundamental na Escola Básica Professora Délia Régis, onde está desde a 5ª série. As disciplinas que ela mais gosta são Química e Física. Laíse também curte as aulas de Educação Física por causa dos esportes, principalmente futebol e handebol e as aulas de Sociologia e História por causa de uma de suas professoras preferidas, Marilita Claudia Bertollo.

Laíse mora com o pai e o irmão mais velho, Suriel, de 16 anos. Com eles, a adolescente costuma assistir a partidas de futebol nos fins de semana. Ela tem três times que considera do coração: Internacional, de Porto Alegre; Chapecoense e Real Madrid. “Tenho camisetas de cada um dos times”, orgulha-se.

A estudante tem outros dois irmãos: Gustavo, de 7 anos e Antony, de 6, que moram com a mãe, Marines Mendonça. Os pais são separados. Laíse afirma que tem uma relação saudável com os pais e considera-se a melhor amiga da mãe. Apesar de morarem em casas separadas, elas conversam com frequência e a mãe é sua confidente.

Tratamento

Laíse e os familiares enfrentaram momentos delicados quando, aos 12 anos, descobriram que ela tinha câncer de ovário. Ela fez tratamento durante dois anos no Hospital Infantil Joana de Gusmão  e no Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), ambos em Florianópolis.

Foi neste período que conheceu Iasmin Vitória Zuanazzi, que também fez tratamento contra o câncer. As duas ficaram ao mesmo tempo em várias ocasiões na Casa de Apoio Vovó Gertrudes.

A Casa foi construída e é administrada pela Associação de Voluntários de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente (AVOS). “É nesta casa que as crianças e adolescentes ficam quando fazem consultas, exames, rádio e quimioterapia. Oferecemos hospedagem e alimentação sem custo às famílias”, explica a administradora da Casa, Regina Tellini.

Amizade

Laíse e Iasmin moram em cidades próximas no Oeste catarinense e Laíse já visitou a nova amiga. As duas também conversam com frequência pelo telefone. A festa de aniversário delas juntas é para comemorar a amizade e celebrar a vida. Em comum, elas têm a paixão pelos livros e maquiagem.

Tranquila, Laíse comemora que a fase difícil passou e já superou os problemas de saúde. Atualmente, está em manutenção e segue seus planos normalmente.

A escolha da carreira

A profissão,  por exemplo, foi definida por ela. Laíse quer fazer faculdade de Engenharia Química em Florianópolis e depois trabalhar em plataformas de petróleo. Ao mesmo tempo, sonha viajar pelo Brasil, começando pelo Norte do país. O caminho dela para o futuro de realizações está determinado.

1 Comentário

  1. Franciane Toniazzo

    Linda, batalhadora, guerreira! Tu és linda de corpo e alma, parabéns pela festa linda, vc merece. Que Deus te abençoe ! Bjos

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